Carlos Canhoto é alentejano de Pavia, cuidador de campos e horta, apicultor, marionetista, pescador de estrofes e de gentes contadas. Também responde pelo nome de baptismo: António Luís Carlos.
Lançou as primeiras palavras ao vento em 1981, participando na colectânea Folhas em Diálogo. Anos mais tarde, começa a dedicar-se ao público infanto-juvenil, embora aquelas histórias ilustradas sejam para todas as idades. Publicou Barbatanar nas Cores do Arco-íris (2006, Plano Nacional de Leitura) e Pirá, a Piranhita Desdentada (2007, aconselhado pela Casa da Leitura da Fundação Calouste Gulbenkian) com ilustrações de Marc Parchow; Anuro, o Sapo Sapinho, o Sapo Sapão (2014), ilustrado por Rita Goldrajch, Serei uma Plantinha Daninha? (2015), com ilustrações de Danuta Wojciechowska, A minha Avó Felicidade (2016), Zi, A Abelha Zonza (2019, Plano Nacional de Leitura) e O Baú Mágico do Meu Pai (2020), ilustrados por grão de pó; Pirilampo, o Velho Pescador de Histórias (2018), com ilustrações de Paulo Galindro; e O Grande Avô Lafaek (2021, edição bilingue em português e tétum), ilustrado por Alice Alves.
Publicou ainda O Monte Secou (Prémio Maria Rosa Colaço 2006), com ilustrações de Zé Gandaia, e O Homem a Quem Tiraram a Idade (2006). Contribuiu para as colectâneas de contos Curtinhas à Sexta-Feira (2014) e Bad Girl (2015).
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